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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Um cão, um gato, um amigo.

É pena que nem sempre tenhamos consciência da responsabilidade que é cuidar de um animal... Mesmo assim, as pessoas teimam em adoptar um cão, um gato ou um pássaro para alegrar a casa, esquecendo-se que vão ter que lhe dar atenção todos os dias e esquecendo-se que os animais não tiram férias de viver.

Tudo começa por causa da solidão ou pela necessidade de quebrar uma rotina. Um novo morador lá em casa será sempre um acontecimento excitante, seja um cão, seja um gato, seja outro qualquer animal. O que as pessoas não pensam é que esse possa vir a tornar-se um problema, porque as suas vidas ocupadíssimas não lhes deixam tempo para dar carinho ao animal de que tanto gostam.

 

Há, pois então, a necessidade de reflectir antes de adoptar um amigo de quatro patas. A Aanifeira, a Associação dos Amigos dos Animais de Santa Maria da Feira, propõe no seu sítio oficial na Internet (www.aanifeira.pt) um questionário que todos os que gostavam de adoptar um cão devem fazer.

 

«1.      Posso responsabilizar-me por um ser vivo durante pelo menos os próximos 12 anos?

2.      Alguém na família sofre de alergias?

3.      Na família, todos aceitam conviver com um animal e terão a paciência necessária?

4.      Quem dos adultos está disposto a tratar do cão todos os dias, alimentar, tratar do pêlo, levar a passear?

5.      O cão terá companhia de uma pessoa ou de um outro cão durante o dia?

6.      Quem vai cuidar do animal durante as férias?

7.      Tenho condições financeiras suficientes para comprar comida adequada e levar o animal ao veterinário regularmente?

8.      Tenho espaço e/ou condições para o animal correr e brincar todos os dias?

9.      Quero ganhar um companheiro ou quero apenas ter um animal para a ficar amarrado a uma corrente ou preso no canil?»

 

Reflectir sobre estas perguntas pode evitar situações que tornam os animais debilitados. Por um lado podem ficar debilitados físicamente devido à nossa negligência com as suas necessidades básicas. Por outro, todos sabem que os animais têm sentimentos. A falta de carinho e afecto podem deixá-los fragilizados e tristes.

Se é um amigo que queremos, não podemos tratar um animal de estimação como tratamos um urso de peluche. Esse sim, podemos brincar quando queremos e quando não queremos basta guardá-lo num lugar onde não se estrague.

 

Por estas e por outras razões, os canis estão sobrelotados em Portugal. Amontoam-se em condições que não podem ser melhores pela falta de espaço, sobrevivendo com o contributo de pessoas que se voluntariam e de outras que, mesmo sem se voluntariarem, ajudam na medida do possível estes animais infelizes, sem sorte, sem dono, sem alegria.

 

Este é um grande problema. Os cães, os gatos, ... todos são potenciais amigos, potenciais fontes de alegria e diversão. Mas também têm necessidades. Não te esqueças!


feeling: amigos dos animais
publicado por Paulo Barbosa às 21:58
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