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Domingo, 17 de Fevereiro de 2008
Introdução ao artigo «Sexo: cruel prazer»

Os bebés não vêem de França no bico da cegonha e o pai não tem de pôr uma sementinha na barriga da mãe. Por obra e graça do Espírito Santo, só há registos de ter acontecido uma vez, há mais de dois milénios. O sexo é cada vez menos um tabu na nossa sociedade, mas há coisas que todos devem saber.

 

Fazer sexo é um assunto sobre o qual as pessoas ainda não se encontram totalmente esclarecidas. Se para uns a relação sexual é a maior prova de amor entre duas pessoas, para outras é um prazer carnal que não implica qualquer compromisso. As primeiras vivem uma experiência dita única, as segundas envolvem-se em relações para atingirem um nível de bem-estar superior.

 

Para muitas espécies, a procriação depende da existência de relações sexuais entre um macho e um fêmea. O Homem não é excepção, mas com o seu desenvolvimento, percebeu que este acto poderia dar-lhe satisfação. Com o passar dos tempos, sociedades e religiões viram a relação sexual de várias formas. Para umas, era um símbolo de poder e bem-estar. Para outras, era um mal necessário para a manutenção da vida.

Hoje em dia, as sociedades mais desenvolvidas reconhecem o sexo como uma mescla de tantas coisas que cabe a cada pessoa decidir livremente a sua posição quanto ao assunto. Têm agora uma visão global do sexo, compreendendo a vertente mais biológica da procriação, a mais psicológica do prazer e tendo também em conta as responsabilidades que a relação sexual acarreta.

 

É no final da adolescência que muitas pessoas têm a sua primeira experiência sexual. A experiência pode ser, e acaba sempre por ser, única. Mas os imprevistos acontecem. Às vezes esses imprevistos não têm como ser remediados: gravidezes indesejadas e contágio de doenças sexualmente transmissíveis.

 

 

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publicado por Paulo Barbosa às 17:26
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