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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
Tabaco, drogas e outras coisas má(i)s II.

A história do tabaco e do álcool mostam-nos um grande sucesso destas duas substâncias, sucesso esse que ainda parece manter-se nos dias de hoje. Para além destas, há outras. Mas afinal, qual é realmente o efeito que as drogas têm sobre o nosso organismo?

 

Se é verdade que todas as drogas actuam sobre o Sistema Nervoso Central, também é verdade que nem todas o fazem da mesma forma. Assim, as drogas podem ser classificadas e divididas em três categorias:

 

As drogas alucinogéneas que provocam uma distorção da verdade, fazendo com que quem as consuma sinta e experiencie situações que não se enquadram com a realidade. Desta categoria fazem parte:

> Os cogumelos mágicos, que contém uma substância denominada psilocibina e que provoca alterações na compreensão das cores e formas dos objectos.

> O LSD, produzido a partir de um centeio («craviceps purpúrea») e que, para além da alteração da percepção das cores e das formas dos objectos, também pode alterar os sons, o tacto e até mesmo a nossa forma de pensar.

> A quetamina, outrora utilizada como anestésico.

 

Outras drogas, as drogas estimulantes, desencadeiam um aumento da actividade cerebral,  como sendo:

> As anfetaminas.

> O ecstasy, que contém MDMA, que por sua vez produz os efeitos.

> A cocaína, produzida a partir da planta de coca.

> O tabaco.

> Os esteróides anabolizantes, uma forma rápida de desenvolver massa muscular, pois contém testosterona. Muitos desportistas utilizam ilegalmente esta substância, sendo suspensos e penalizados se forem descobertos consumos de EA.

 

Há também drogas que restringem a actividade cerebral, as drogas depressivas. Temos por exemplo:

> O álcool.

> O GHB, a «droga da violação».

> A heroína, produzida a partir da morfina.

 

O porquê do consumo.

A curiosidade é um dos factores mais importantes para a iniciação do consumo de qualquer droga. No website do projecto «Tu, Alinhas?» (www.tu-alinhas.pt) diz-se:

 

«Para muitos experimentar pode ser apenas isso: uma experiência, para outros pode significar muito mais.

Quando sabemos que alguém experimentou drogas é comum procurar encontrar de imediato as razões para esse comportamento. Então dizemos coisas como:


"...era de esperar, está com problemas em casa..."
"...são as más companhias, vai acabar por se perder..."
"...sempre foi um jovem muito problemático..."»

 

Parece que, realmente, não conseguimos lidar muito bem com a situação e se poderíamos estar a tentar ajudar, não! Estamos só a tratar essa pessoa como uma «pobre coitada».


Ajudar... Mas como?

Continuando a citação do website do projecto «Tu, alinhas?», aqui ficam as razões para não se experimentar drogas:

 

«>Tomar drogas pode ser uma roleta russa, os efeitos podem ser inesperados.

>As chamadas drogas leves também têm consequências a nível físico e psicológico

>Consumir drogas pode tornar-se uma dependência e interferir com o teu dia-a-dia, com as tuas relações familiares, amorosas, de amizade, etc.

>O uso de certas drogas é ilegal

>Algumas drogas, embora legais, têm graves consequências a nível físico e psicológico.

>Deixar de consumir pode ser muito difícil, mesmo para aquelas pessoas que desejam tratar-se

>Embora alguns riscos associados ao consumo de drogas possam ser evitados, outros são inevitáveis»

Em resumo, as drogas não são boa ideia. Não conseguem resolver nenhum problema e tentar resolver um problema com outro problema nunca será uma boa ideia. Por isso, não te esqueças!

feeling:
publicado por Paulo Barbosa às 19:13
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